Muito sinceramente mais valia o Sporting, mas enfim....
domingo, maio 20, 2007
sexta-feira, maio 11, 2007
Ratão de Pitau
domingo, maio 06, 2007
sábado, maio 05, 2007
terça-feira, maio 01, 2007
sábado, abril 28, 2007
quarta-feira, abril 25, 2007
sábado, abril 14, 2007
Anedota!
>>>Assim é que é...
>>>>>Um português estava calmamente sentado a tomar o seu café da manhã
>>>quando um espanhol, a mastigar pastilha elástica se senta ao seu
>>>lado.
>>>>>>O português ignora o espanhol, que não se conforma e começa a
>>>puxar
>>>conversa:
>>>>>>Espanhol: - Comes esse pão inteirinho?
>>>>>>Português (de mau humor):- Claro.
>>>>>>Espanhol: - Nós não. Nós comemos só o miolo, a côdea juntamos num
>>>contentor
>>>>>>depois processamos, transformamos em croissants e vendemos para
>>>Portugal.
>>>>>>O Português ouve calado.
>>>>>>O Espanhol insiste: - Tu comes esta geleia com o pão?
>>>>>>Português: - Claro.
>>>>>>Espanhol: - Nós não. Nós comemos frutas frescas com o café da
>>>manhã,
>>>mandamos todas as cascas e sementes para contentores, depois
>>>transformamos
>>>em geleia e vendemos para Portugal.
>>>>>>Português: - E o que é que vocês fazem com os preservativos depois
>>>das
>>>>>>relações sexuais?
>>> >>>Espanhol: - Deitamos fora, claro!
>>>>>>Português: - Nós não. Vamos guardando tudo em contentores,
>>>processamos,
>>>>>>transformamos em pastilhas elásticas e vendemos para Espanha.
É antiguinha mas não deixa de ter a sua piada!!!!
>>>>>Um português estava calmamente sentado a tomar o seu café da manhã
>>>quando um espanhol, a mastigar pastilha elástica se senta ao seu
>>>lado.
>>>>>>O português ignora o espanhol, que não se conforma e começa a
>>>puxar
>>>conversa:
>>>>>>Espanhol: - Comes esse pão inteirinho?
>>>>>>Português (de mau humor):- Claro.
>>>>>>Espanhol: - Nós não. Nós comemos só o miolo, a côdea juntamos num
>>>contentor
>>>>>>depois processamos, transformamos em croissants e vendemos para
>>>Portugal.
>>>>>>O Português ouve calado.
>>>>>>O Espanhol insiste: - Tu comes esta geleia com o pão?
>>>>>>Português: - Claro.
>>>>>>Espanhol: - Nós não. Nós comemos frutas frescas com o café da
>>>manhã,
>>>mandamos todas as cascas e sementes para contentores, depois
>>>transformamos
>>>em geleia e vendemos para Portugal.
>>>>>>Português: - E o que é que vocês fazem com os preservativos depois
>>>das
>>>>>>relações sexuais?
>>> >>>Espanhol: - Deitamos fora, claro!
>>>>>>Português: - Nós não. Vamos guardando tudo em contentores,
>>>processamos,
>>>>>>transformamos em pastilhas elásticas e vendemos para Espanha.
É antiguinha mas não deixa de ter a sua piada!!!!
terça-feira, abril 03, 2007
sábado, março 17, 2007
Os dias De hoje......
> >Autor do texto - João Pereira Coutinho, jornalista>>>>
Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta
não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas
proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.
Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa
ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê.
Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e dafortuna familiar.
Hoje, não.A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe:jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis.
E um exército de professores explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente mas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho,o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho,os restaurantes de sonho. Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.
Quanto mais queremos, mais desesperamos.
A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade.
O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne,saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!
"Este texto foi-me enviado por email, não resiti a coloca-lo aqui."
Não tenho filhos e tremo só de pensar. Os exemplos que vejo em volta
não aconselham temeridades. Hordas de amigos constituem as respectivas
proles e, apesar da benesse, não levam vidas descansadas.
Pelo contrário: estão invariavelmente mergulhados numa angústia e numa
ansiedade de contornos particularmente patológicos. Percebo porquê.
Há cem ou duzentos anos, a vida dependia do berço, da posição social e dafortuna familiar.
Hoje, não.A criança nasce, não numa família mas numa pista de atletismo, com as barreiras da praxe:jardim-escola aos três, natação aos quatro, lições de piano aos cinco, escola aos seis.
E um exército de professores explicadores, educadores e psicólogos, como se a criança fosse um potro de competição.
Eis a ideologia criminosa que se instalou definitivamente mas sociedades modernas: a vida não é para ser vivida - mas construída com sucessos pessoais e profissionais, uns atrás dos outros, em progressão geométrica para o infinito.
É preciso o emprego de sonho, a casa de sonho,o maridinho de sonho, os amigos de sonho, as férias de sonho,os restaurantes de sonho. Não admira que, até 2020, um terço da população mundial esteja a mamar forte no Prozac.
É a velha história da cenoura e do burro: quanto mais temos, mais queremos.
Quanto mais queremos, mais desesperamos.
A meritocracia gera uma insatisfação insaciável que acabará por arrasar o mais leve traço de humanidade.
O que não deixa de ser uma lástima.
Se as pessoas voltassem a ler os clássicos, sobretudo Montaigne,saberiam que o fim último da vida não é a excelência, mas sim a felicidade!
"Este texto foi-me enviado por email, não resiti a coloca-lo aqui."
quarta-feira, fevereiro 21, 2007
domingo, fevereiro 18, 2007
segunda-feira, fevereiro 12, 2007
Gripalhada
sexta-feira, janeiro 12, 2007
Já andava desconfiada!!
" As Calorias são pequenos animais que vivem nos roupeiros e que durante a noite apertam a roupa das pessoas."
sexta-feira, dezembro 01, 2006
terça-feira, outubro 31, 2006
Anedota
Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer umavisita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma o neto pergunta:
- Diz-me avó, como morreu o avô?
- Morreu ao fazermos amor.Confessa a avó.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso.
Ao que a avó responde:
- Já só fazíamos ao Domingo, de há cinco anos a esta parte, e com muitacalma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era ding para o meter e dong para o tirar... Se não fosse o filho da mãe do homem dos gelados com o seu sininho... o avô ainda estaria vivo!
segunda-feira, outubro 23, 2006
Tartaruga.....
retirei esta do google.
Pois é a pequenita morreu.
Caneco isto de nos morrer um animal de estmação é lixadixe.
Não sei mais o que escrever, estou furibumda!
"Comadre Marcela"
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